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Temporada Miso Music Portugal - arquivo

A Temporada Miso Music Portugal teve início em 2007 e tem consistido em ciclos de espectáculos ao longo do ano em estreita ligação com as várias actividades desenvolvidas pela Miso Music Portugal.

Os programas propostos no âmbito da Temporada têm um carácter diversificado, variando entre eventos dedicados à música electroacústica, mista ou estritamente instrumental, teatro musical e nova ópera, espectáculos para crianças, eventos de pedagogia pela arte, cursos e workshops, concertos organizados por ocasião de lançamentos de novas edições nomeadamente discográficas, concertos monográficos em torno de um compositor, acolhimento de projectos inovadores musicais ou pluridisciplinares, apresentações de novíssimos intérpretes lado a lado com solistas consagrados,... e como sempre, seguindo as linhas condutoras de toda a actividade da Miso Music Portugal, destacando a música portuguesa e pondo em perspectiva o repertório do século XX com a criação musical no presente.
Ao longo destes 8 anos de Temporada tivemos o privilégio do acolhimento generoso de algumas entidades culturais, muito especialmente do Instituto Franco-Português entre 2007 e 2010 e posteriormente do Goethe-Institut de Lisboa a partir de 2011. Com estes parceiros pudemos cumprir parte da missão a que nos destinamos no sentido de fomentar, produzir, divulgar e promover a criação musical do nosso tempo e o seu cruzamento com as outras artes.

Todavia, a falta de um espaço próprio, implicou sempre condicionantes de ordem diversa que limitaram o desenvolvimento porque aspiramos. Assim chegou finalmente a altura de dispormos de um espaço para acolhimento das criações próprias da Miso Music Portugal e das companhias de música associadas, mas também de acolhimento de outros projectos de criação, possibilitando um nível de experimentação e serenidade até aqui impensável, oferecendo residências de criação e produção em condições excepcionais, nomeadamente técnicas, aproveitando a dotação técnica extraordinária da Miso Music Portugal, conseguida ao longo de várias décadas de investimento.

Este novo espaço O'culto da Ajuda, na Ajuda, em Lisboa, passa também a acolher a Temporada da Miso Music Portugal a partir do final de Outubro de 2014, data da sua inauguração.

Consulte aqui o arquivo das Temporadas até 2013

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Temporada

Mardi Matin Trio

26 09 2019 21:00

O'culto da Ajuda

 

O projecto Mardi Matin Trio surgiu em 2017 por iniciativa de Ricardo Sá-Leão, tendo a sua formação actual desde 2019. É composto por Ricardo Sá-Leão, pianista de formação clássica que se encontra neste momento a terminar o seu doutoramento na Universidade de Évora (dedicado à improvisação), por Ricardo A. Freitas, baixista e compositor que contribui regularmente com música para espectáculos de dança e teatro e por Nuno Morão, baterista e percussionista, engenheiro de som e sonoplasta, que grava, mistura e edita som para cinema. O trio dedica-se à improvisação livre.  

 

 

 

Ricardo Sá-Leão, Lisboa, 1977. Pianista e professor de Piano, Percussão Corporal e Acompanhamento e Improvisação. Diplomou-se na Escola Superior de Música de Lisboa e na Faculdade de Música da Escola Superior de Artes de Utrecht, na Holanda, frequentando actualmente o 3.º ano do Doutoramento em Música e Musicologia (especialidade em Interpretação) na Universidade de Évora.
Enquanto músico e pedagogo, interessa-se particularmente pela promoção de uma vivência artística criativa, individual e livre, nomeadamente através do desenvolvimento abrangente e integrado de competências, procurando deste modo recuperar uma tradição histórica de prática e ensino musicais. Nesse sentido, dedica-se à adaptação, criação e divulgação de materiais pedagógicos e de obras musicais — sobretudo nas áreas da musicalidade prática e da improvisação —, à participação em projectos de improvisação e à orientação regular de workshops. 

 

 

Ricardo A. Freitas, Lisboa, 1974. Toca baixo eléctrico e electroacústico, compõe e faz arranjos em diferentes contextos. Com Pablibut Sone participou na Bienal de Jovens Criadores da Europa e Mediterrâneo, Turim, 1997. Colaborou nos projectos Wishfull Tinking Quintet (dir. Alípio C Neto), 3-Bass-Hit (dir. Johannes Krieger) e actualmente com Al-jiçç (dir. Nuno Damião). Dirigiu os seus próprios projectos IntErLúNio e GRIP. Tem partilhado com diferentes músicos da cena lisboeta os espaços da improvisação livre. Com o Ensemble Granular (dir. Nuno Rebelo) em colaboração com a P.A.R.T.S., actuou no Palais des Beaux Arts, Bruxelas, 2007. Desde 1998 contribui com música para espectáculos de dança e teatro de Pedro Carraca / Rui Guilherme Lopes, Filipa Francisco, Francisco Campos, Maria Radich, Miguel Antunes / Maila Dimas, António Pedro e Marina Nabais. 

 

 

Nuno Morão, Lisboa, 1976. Baterista e percussionista, engenheiro de som e sonoplasta. Toca em diversos projectos musicais, dos quais se destacam Space Quartet, The Selva, Hamar Trio, Wednesday, Love that Lava, PARQUE, Pinkdraft, Torres+Faustino+Morão, Variable Geometry Orchestra, IKB, Ensemble JER, Madalena Palmeirim, Chão da Feira, Nome Comum e Nuno Sanches. Grava, edita e mistura som para cinema. É engenheiro de som na FISGA/Scratch Built Studio. Gosta de caminhar pelas serras, fazer gravações-de-campo, e fotografar comboios. 

 

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