TEMPORADA MISO MUSIC PORTUGAL EM RESIDÊNCIA NO IFP

Auditório Phillippe Friedman - Instituto Franco-Português
Morada: Avenida Luís Bívar, 91 / 1050-143 Lisboa


SETEMBRO 2007

 

FESTIVAL MÚSICA VIVA 2007
www.misomusic.com

Percepção e Estéticas na Criação Musical
Transmutações do Som e Novas Tecnologias

 

Terça-feira, 11 de Setembro – Instituto Franco-Português (Lisboa)

21h30 – Auditório Philippe Friedman
Sond’Ar-te Electric Ensemble

Pedro Amaral: direcção
Frances Lynch: soprano
Jean-Marc Sullon: electrónica

Filipe PiresPrólogos
Masataka Matsuo Resonant Solitude **
Pedro M. RochaTo a world free from beliefs  ** (encomenda da Miso Music Portugal)
Cândido Lima Gestos-Circus-Círculos
Philippe Leroux Voi(rex) *

            preço dos bilhetes 10€ ; 5€ até aos 30 anos

co-produção: Instituto Franco-Português
Apoio: British Council, Sacem

 

Sond’Ar-te Electric Ensemble
Concerto de estreia do Sond’Ar-te Electric Ensemble.
Este grupo é a nova iniciativa da Miso Music Portugal para a temporada 2007/08 com direcção artística de Miguel Azguime e com Pedro Amaral como maestro titular. Um agrupamento especificamente dedicado ao “repertório misto”, onde se combinam e se misturam os instrumentos tradicionais com os meios electrónicos. Para este primeiro concerto o Sond’Ar-te Electric Ensemble conta com a participação da soprano britânica Frances Lynch e apresenta várias obras de autores portugueses, nomeadamente a estreia absoluta de uma obra de Pedro M. Rocha, e ainda obras de Philippe Leroux e Masataka Matsuo. www.misomusic.com

 

Quarta-feira, 12 de Setembro – Instituto Franco-Português (Lisboa)

21h30 – Auditório Philippe Friedman
Orquestra de Altifalantes I – Música Electrónica

MusicAL - concerto integrado na European Conference of Artificial Life 2007

 

Jack StampsLulled by an Imploding Lotus *
Scott McLaughlin Whitewater *
Isabel Pires Sideral *
Daniel Jones – Exiguum Clinamen *
David Plans Casal – Unit Structures *

intervalo

Eduardo Reck Miranda Olivine Trees *
Graziano Lella H2O *
Paula Matthusen Circadia *
Alexis Kirke & Lola Perrin Repertoire of the Community 1 *
Tim Blackwell Swarm and Attractors *

*    estreia em Portugal
* * estreia absoluta

            preço dos bilhetes 10€ ; 5€ até aos 30 anos

 

co-produção: ECAL, Instituto Franco-Português

 

Este concerto do Festival Música Viva 2007 vem no seguimento do “Workshop de Música e Vida Artificial” MusicAL da Conferência Europeia sobre Vida Artificial. Este workshop juntou cientistas e músicos que trabalham no campo da vida artificial (ou A-Life) e promovido pelo Centro Interdisciplinar de Música Computacional da Universidade de Plymouth. O concerto apresenta obras compostas com/ ou inspiradas nas pesquisas sobre A-Life.
A abordagem A-Life à música é uma estimulante inovação para músicos e cientistas. Do ponto de vista musical, fornece meios inovadores e naturais para gerar ideias musicais a partir de um conjunto de componentes e processos primitivos configuráveis. Estes reflectem o processo composicional a partir do qual se gera uma multiplicidade de ideias por brainstorm, das quais são seleccionadas as mais promissoras para um futuro refinamento iterativo. Para os cientistas, o interesse reside sobretudo na utilização destas técnicas para modelar a transmissão cultural e a mudança do corpo de ideias musicais da população ao longo do tempo.
A maior parte dos investigadores em A-Life e música são compositores de pleno direito. A música é provavelmente um dos poucos domínios que permite a rápida utilização prática dos resultados de uma investigação altamente especializada em A-Life, contribuindo assim para a promoção da utilidade da investigação científica neste domínio junto do público. Os músicos que trabalham com A-Life foram convidados a propor obras para este concerto. O comité organizador seleccionou aquelas que melhor representam a variedade de inovações de práticas composicionais que emergem da investigação em A-Life e música.

 

Quinta-feira, 13 de Setembro – Instituto Franco-Português (Lisboa)

 

18h00 – Conferência por  Masataka Matsuo
“Approach to Traditional Culture and Instruments by Japanese Composers”
                  entrada livre

21h30 – Auditório Philippe Friedman
Electric Voice Theatre

Frances Lynch: soprano
Paul Bull: electrónica

Judith WeirI was born in a small village *
Andrew Lovett – Daughters of Sarah *
Isabel Soveral since brass nor stone **
Alejandro Viñao – The Baghdad Monologue *

 

            preço dos bilhetes 10€ ; 5€ até aos 30 anos

*    estreia em Portugal
* * estreia absoluta

 

apoio: British Council

 

Sexta-feira, 14 de Setembro – Instituto Franco-Português (Lisboa)

21h30 – Auditório Philippe Friedman
Saxofínia

José Massarão: saxofone soprano
José António Lopes: saxofone alto
Mário Marques: saxofone tenor
Alberto Roque: saxofone barítono

 

António Pinho Vargas - Cut
Clotilde Rosa – Saxofilia **
Christopher Bochmann - Movements

intervalo

Luís Antunes Pena - Kippfigur *
José Luís Ferreira - S(w)ynthesis **
Carlos Azevedo Sun Flower

            preço dos bilhetes 10€ ; 5€ até aos 30 anos

 

*    estreia em Portugal
* * estreia absoluta

co-produção: Instituto Franco-Português

 

O Quarteto de Saxofones SAXOFÍNIA surgiu em 1987 no Conservatório Nacional de Lisboa, na classe de saxofone do Professor Vítor Santos.
Actualmente o quarteto desenvolve a sua actividade promovendo a música original para esta formação, bem como encomendando obras a compositores portugueses, pretendo assim enriquecer a já vasta literatura existente.
As suas áreas musicais abrangem a música dita "clássica", "Jazz" e "Música contemporânea", tendo nesta última já realizado estreias absolutas de obras de António Pinho Vargas, Christopher Bochmann, Daniel Schvetz, Eurico Carrapatoso e José António Lopes.
O programa que aqui ouviremos é reflexo de uma “caminhada” de 20 anos, inaugurada em 1987 por quatro estudantes da classe de saxofone do Conservatório Nacional de Lisboa. Desde a sua criação, uma das principais linhas orientadoras do quarteto Saxofínia foi a divulgação desta formação junto dos compositores portugueses, no sentido de se criar um corpus de obras que permitissem enriquecer o já vasto repertório existente por todo o mundo e divulgar os criadores e intérpretes portugueses.
Em 1990 foi dado o primeiro passo na divulgação além fronteiras através da estreia absoluta da obra “Cut” de António Pinho Vargas, na Bienal dos Jovens Criadores do Mediterrâneo em Marselha. Nos anos que se seguiram foram surgindo várias obras de compositores portugueses e de compositores estrangeiros residentes em Portugal, o que permitiu estarmos esta noite a celebrar a música portuguesa quase em exclusivo.
Serão ouvidas três obras em estreia absoluta, “Saxofilia” de Clotilde Rosa, “Kippfigur” de Luís Antunes Pena e “S(w)ynthesis” de José Luís Ferreira, esta última utilizando as  novas tecnologias associadas à música,  fazendo deste concerto um percurso estético e de processos composicionais que acompanharam estes primeiros 20 anos de actividade do quarteto Saxofínia.

 


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